segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Explico.


Comecei a fazer os relicários em 2005. Fiz meia dúzia, levei no trabalho e vendi rapidamente. Coloquei um valor quase simbólico. Tive uma sensação de tristeza ao me desfazer deles. Daí fiz mais e mais. Começou como uma forma de terapia, hoje faço por diversão, por falta do que fazer, por distração e principalmente por gosto.

Também não sou devota fervorosa. Criada católica, sou (meio) espírita mas acredito em quase tudo que me contem com autoridade. Em busca dos “milagres” e pedidos, descobri que tem santo para tudo: para arrumar marido, santo que ajuda no trabalho, santo que auxilia na dúvida e na dívida, santo dos milagres impossíveis, santa dos olhos, santa da cabeça, santo para não faltar comida em casa, santo das causas urgentes e muitas, mas muitas Nossas Senhoras.


Tem santo para todo e qualquer problema.

Como não vivo disso, o “esquema operacional” não é lá muito organizado: não consigo produzir peças iguais e nem sempre é possível encontrar todos os tipos de relicários ou santos. A Joana D’Arc por exempo já me deixou na mão. Nunca achei.

Vou postar algumas fotos dos relicários que já fiz e de quebra falarei um pouco sobre cada santo, baseda na pesquisa realizada pela querida amiga e revisora Tiazinha (obrigada de novo Tia!!).

Alguém me disse uma vez que tudo que fazemos com as mãos é magia.
Então entre e fique à vontade para encomendar a sua.

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